"un pedacito del planeta que no pudieron no!"

Um cantinho do Brasil, orgulhosamente no Pampa Gaúcho, que quer fazer a diferença,
enxergando e discutindo problemas globais e discutindo e realizando soluções locais .

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Banco De Sementes instalado no Ártico – o objetivo do projeto seria evitar a extinção mas preserva implicitamente as bases de uma alavanca da revolução genética


Escrito por Welbert Pereira. Publicado em Músculos e Suplementos

Uma decisão unanime de pesquisadores, que promete salvar o planeta da extinção em futuros desastres mundiais, um mundo fascinante de uma realidade com traços da ficção. Não há nenhum outro projeto mais interessante no momento do que este muito estranho em um dos cantos mais remotos do mundo, Svalbard. Bill Gates investiu milhões de dólares em um banco de sementes no Mar Barents perto do Oceano Ártico, a cerca de 1100 quilômetros do Pólo Norte. Svalbard é um árido pedaço de rocha reclamado pela Noruega e cedido em 1925 por um tratado internacional.
É nesta ilha esquecida por Deus, que Bill Gates investiu dezenas dos seus milhões de dólares em conjunto com a Fundação Rockefeller, a Monsanto Corporation, a Fundação Syngenta e o governo da Noruega, entre outros, naquilo que é chamado de ‘banco de sementes do fim do mundo’. Oficialmente o projeto chama-se a Caverna Global de Sementes Svalbard (Svalbard Global Seed Vault) na ilha norueguesa de Spitsbergen, no arquipélago de Svalbard.
Construído no interior de uma montanha na ilha de Spitsbergen perto da aldeia de Longyearbven. O banco também conhecido como "Arca de Noé botânica" é mantida pelo governo norueguês e pela Global Crop Diversity Trust (Fundo de Diversidade Global de Plantas Cultiváveis) desde 2008, na confiança que, mesmo no caso da pior catástrofe, ali estaria a base para um recomeço da humanidade, assim como um importante elemento para a segurança alimentar, tem portas duplas à prova de explosão, inundação etc. Com sensores de movimento, duas câmaras pressurizadas e imensas paredes de concreto reforçado e aço com um metro de espessura. Conterá mais de três milhões de variedades diferentes de sementes de todo o mundo, ‘para que se possa conservar a variedade das espécies para o futuro’, segundo o governo norueguês. As sementes vão ser embaladas de forma especial para proteção contra a umidade. Não haverá pessoal, mas a relativa inacessibilidade da caverna e dispositivos eletrônicos, virtuais e de segurança on-line facilitarão a fiscalização de qualquer possível atividade humana por qualquer um dos sócios do projeto em qualquer parte do planeta.
Financiado por generosas doações para estudos das Fundações Rockefeller e Ford, o CGIAR providenciou para que os principais cientistas da agricultura e agrônomos do Terceiro Mundo passassem a ‘dominar’ os conceitos do moderno agribusiness de modo a poderem levá-los para os seus países. Neste processo criou-se uma valiosa rede de influências para a promoção do agribusiness americano nesses países, muito em especial para a promoção da ‘Revolução Genética’ OGM nos países em desenvolvimento, tudo isto em nome da ciência e da eficácia, do mercado livre e da agricultura.
Foi a mesma Fundação Rockefeller quem criou a chamada Revolução Verde, na sequência de uma viagem ao México em 1946, de Nelson Rockefeller e de Henry Wallace, ex-secretário da Agricultura do Novo Acordo e fundador da Hi-Bred Seed Company.
A Revolução Verde propunha-se resolver o problema mundial da fome, um problema importante no México, na Índia e noutros países escolhidos onde Rockefeller atuava.
O agrônomo da Fundação Rockefeller, Norman Borlaug, ganhou o Prêmio Nobel da paz pelo seu trabalho, uma coisa de que não pode orgulhar-se muito, dado que o partilhou com Henry Kissinger.
Na realidade, como anos depois se vieram a verificar, a Revolução Verde foi um brilhante esquema da família Rockefeller para montar um agribusiness globalizado que depois pudesse vir a monopolizar posteriormente, tal como já tinha feito na indústria petrolífera mundial meio século antes. Como Henry Kissinger declarou nos anos 70, ‘se controlarmos o petróleo, controlaremos o mundo; se controlarmos os alimentos, controlaremos a população’.
Um aspecto crucial que motivava o interesse da Fundação Rockefeller e das empresas americanas de agribusiness é o fato da Revolução Verde se basear na proliferação de novas sementes híbridas nos mercados em desenvolvimento. Um aspecto vital das sementes híbridas era a sua falta de capacidade reprodutiva. Os híbridos tinham incorporada uma proteção contra a multiplicação. Ao contrário das espécies normais polinizadas a céu aberto cujas sementes dão colheitas semelhantes às plantas suas produtoras, a produção de sementes nascidas das plantas híbridas era significativamente mais baixa do que as da primeira geração.
Esta característica de produção decrescente dos híbridos teve normalmente como consequência a compra “obrigatória” em escala cada vez maior, pelos agricultores, dessas sementes, para garantir todos os anos colheitas constantes ou mais altas. Mais ainda: a produção da segunda geração hibrida eliminou o comércio de sementes “normais” que era feito quase sempre por pequenos produtores regulares de sementes, pois eram tidas como “inferiores” ou passíveis de “falhas produtivas” levando os pequenos redistribuidores a buscar sementes híbridas e assim descartar as “normais”.
Evitava-se assim a redistribuição das sementes dos cereais comerciais feita por intermediários. Se as grandes empresas multinacionais de sementes pudessem controlar internamente as linhagens das sementes parentais, nenhum concorrente ou agricultor conseguiria produzir o híbrido. A concentração global das patentes de sementes híbridas num punhado de gigantescas companhias de sementes, lideradas pela Pioneer Hi-Bred da DuPont e pela Dekalb da Monsanto estabeleceu a base para a posterior revolução das sementes OGM.
Com efeito, a introdução da moderna tecnologia agrícola americana, dos fertilizantes químicos e das sementes híbridas comerciais, tudo isso tornou os agricultores locais dos países em desenvolvimento, em especial aqueles que tinham terras maiores, dependentes dos abastecimentos das companhias estrangeiras de agribusiness e de petroquímicos, em sua grande maioria americanas. Foi o primeiro passo do que viria a ser um processo cuidadosamente planejado e que iria durar décadas.
A África seria o próximo alvo na campanha do governo americano para disseminar os OGM’s a nível mundial. Os seus solos férteis tornam-na em candidato ideal. Não é de surpreender que muitos governos africanos temam o pior dos patrocinadores dos OGM’s, já que tem sido na África o inicio de muitos projetos de engenharia genética e de bio-segurança, com o objetivo de introduzir os GMO’s nos sistemas agrícolas africanos.
Estes projetos incluem patrocínios oferecidos pelo governo americano para formar nos EUA cientistas africanos que atuem especificamente em engenharia genética de sementes, para projetos de bio-segurança, financiados pela Organização dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e pelo Banco Mundial, para investigação de OGM’s envolvendo cultivos “selvagens” de plantações e de grãos alimentares indígenas africanos.
Estas companhias privadas, a Monsanto, a DuPont e a Dow Chemical, nenhuma delas sequer têm um registro imaculado em termos de proteção da vida humana. Muito longe disso. Desenvolveram e proliferaram inovações como a dioxina, os bifenóis policlorinados, o agente laranja. Encobriram durante décadas indícios óbvios cancerígenos e de outras consequências graves para a saúde humana decorrentes do uso dos químicos tóxicos.
Enterraram, modificaram e fraudaram milhares de relatórios científicos sérios sobre o fato do herbicida mais utilizado a nível mundial, o glifosato, ingrediente essencial do herbicida Roundup da Monsanto ser cancerígeno e estar diretamente “vinculado” com a compra da maioria das sementes manipuladas geneticamente pela Monsanto, ele é tóxico quando se infiltra na água potável. A Dinamarca proibiu o glifosato em 2003 quando se confirmou que tinha contaminado as águas subterrâneas do país.
A diversidade armazenada em bancos genéticos de sementes é a matéria-prima para a produção de plantas e extremamente importante para a investigação biológica básica. Todos os anos são distribuídas para esses fins várias centenas de milhares de amostras. A FAO das Nações Unidas lista uns 1 400 bancos de sementes em todo o mundo, sendo o maior deles propriedade do governo dos Estados Unidos. Outros grandes bancos situam-se na China, na Rússia, no Japão, na Índia, na Coréia do Sul, na Alemanha e no Canadá, por ordem decrescente de dimensão. Além disso, o CGIAR administra uma cadeia de bancos de sementes em centros selecionados a nível mundial.

Fontes: 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Bill Gates + Monsanto + Blackwater = sinal de alerta mundial!!

Un informe realizado por Jeremy Scahill en The Nation reveló que el ejército mercenario más grande del mundo, (más tarde llamado Xe Services y, más recientemente, “Academi”) servicios de inteligencia clandestinas Blackwater fue vendida a la multinacional Monsanto. Blackwater cambió de nombre en 2009 después de convertirse en famosa en el mundo, con numerosas denuncias de abusos en Irak, incluidas masacres de civiles. Sigue siendo el mayor contratista privado del Departamento de Estado de EE.UU. “servicios de seguridad”, que practica el terrorismo de Estado dándole al gobierno la posibilidad de negarlo.
Muchos agentes de la CIA y ex militares trabajan para Blackwater o compañías relacionadas creadas para desviar la atención de su mala reputación y obtener más ganancias vendiendo sus servicios que van nefastos de información e inteligencia a la infiltración, cabildeo político y entrenamiento paramilitar – para otros gobiernos, bancos y multinacionales corporaciones. Según Scahill, los negocios con multinacionales, como Monsanto, Chevron, y gigantes financieros como Barclays y Deutsche Bank, se canalizan a través de dos empresas propiedad de Erik Prince, dueño de Blackwater: Total Intelligence Solutions y Terrorism Research Center. Estos funcionarios y directores comparten Blackwater.
Uno de ellos, Cofer Black, conocido por su brutalidad como uno de los directores de la CIA, fue quien hizo contacto con Monsanto en 2008 como director de Total Intelligence, la celebración del contrato con la empresa para espiar e infiltrar las organizaciones de derechos de los animales, actividades sucias anti-transgénicos y otros de la gigante de la biotecnología.
Contactado por Scahill, el ejecutivo Kevin Wilson de Monsanto se negó a comentar, pero más tarde se confirmó a The Nation que habían contratado a Total Intelligence en 2008 y 2009, según Monsanto solamente para realizar un seguimiento de “información pública” de sus opositores. También dijo que Total Intelligence era una “entidad totalmente separada de Blackwater”.
Sin embargo, Scahill cuenta con copias de los correos electrónicos de Cofer Negro después de la reunión con Wilson de Monsanto, donde se explica a otros ex agentes de la CIA, utilizando sus Blackwater e-mails, que la discusión con Wilson fue que Total Intelligence se había convertido en “el brazo de inteligencia de Monsanto, “espiar a activistas y otras acciones, como” nuestra gente para integrar legalmente a estos grupos. “Total Inteligencia Monsanto pagó 127.000 dólares en 2008 y $ 105.000 en 2009.
No es extraño que una empresa dedicada a la “ciencia de la muerte” como Monsanto, que se ha dedicado desde el principio para producir venenos tóxicos que desbordan Agente Naranja a los PCB (bifenilos policlorados), pesticidas, hormonas y semillas modificadas genéticamente, se asocia con otra empresa de matones.
Casi simultáneamente con la publicación de este artículo en The Nation, la Vía Campesina informó la compra de 500.000 acciones de Monsanto, por más de $ 23 millones para la Fundación Bill y Melinda Gates, que junto con esta acción se ha completado la salida de la máscara de la “filantropía . “Otra asociación que no sorprende.
Se trata de un matrimonio entre los dos monopolios más brutales de la historia del industrialismo: Bill Gates controla más de 90 por ciento de la cuota de mercado de la computación de propiedad y Monsanto cerca de 90 por ciento del mercado mundial de semillas transgénicas y semillas comerciales más global. No existe en ninguna otra monopolios del sector industrial tan vastos, cuya propia existencia es una negación del cacareado principio de “competencia de mercado” del capitalismo. Tanto Gates como Monsanto son muy agresivos en la defensa de sus monopolios mal habidas.
Aunque Bill Gates podría intentar decir que la Fundación no está ligada a su negocio, lo único que demuestra es lo contrario: la mayor parte de sus donaciones terminan favoreciendo las inversiones comerciales del magnate, no realmente “donar” nada, pero en lugar de pagar impuestos a las arcas del Estado, que invierte sus ganancias en donde le es favorable económicamente, incluida la propaganda de sus supuestas buenas intenciones. Por el contrario, sus finanzas “donaciones” proyectos tan destructivos como la geoingeniería o la sustitución de medicinas naturales de la comunidad de alta tecnología medicamentos patentados en las zonas más pobres del mundo. Qué coincidencia, el ex secretario de Salud Julio Frenk y Ernesto Zedillo son consejeros de la Fundación.
Al igual que Monsanto, Gates se dedica también a tratar de destruir agrícolas rurales en todo el mundo, principalmente a través de la “Alianza para una Revolución Verde en África” ​​(AGRA). Funciona como un caballo de Troya para privar a los campesinos africanos pobres de sus semillas tradicionales, sustituyéndolas por semillas de las empresas primero, por último, genéticamente modificado (GM). Para ello, la Fundación contrató a Robert Horsch en 2006, el director de Monsanto. Ahora Gates, ventilar grandes ganancias, se fue directo a la fuente.
Blackwater, Monsanto y Gates son tres caras de la misma figura: la máquina de guerra contra el planeta y la mayoría de las personas que lo habitan, son campesinos, las comunidades indígenas, las personas que quieren compartir información y conocimientos o cualquier otro que no quiera estar en los auspicios de la ganancia y la destrucción del capitalismo.
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