"un pedacito del planeta que no pudieron no!"

Um cantinho do Brasil, orgulhosamente no Pampa Gaúcho, que quer fazer a diferença,
enxergando e discutindo problemas globais e discutindo e realizando soluções locais .

terça-feira, 18 de julho de 2017

"Exército vai às Escolas", não é notícia retrô!

Não consigo!
Fiquei chocada!
Pra não dizer que eu sou louca, peguei um pedaço(que nem eles fazem) duma notícia, esta sim retrô, do Estadão:
A disciplina foi criada em setembro de 1969, por meio do decreto-lei n.º 869. Subscrito pelos ministros militares, ele instituiu a Educação Moral e Cívica como disciplina obrigatória nas escolas de todos os graus e modalidades do País.
Além da disciplina, o decreto-lei também criou a Comissão Nacional de Moral e Civismo. Na época, dizia-se que o objetivo da nova matéria era “estimular uma atitude e consciência cívica” nos jovens.
Quem foi estudante na década de 1970 se recorda. A bandeira do Brasil era hasteada ao som do Hino Nacional nas instituições de ensino todos os dias – ou ao menos uma vez por semana, como mandava o decreto-lei. A letra da música tinha de estar na ponta da língua. Valia nota ou ponto positivo para quem cantasse o Hino Nacional sem cometer erros como entoar corretamente a expressão “braço forte” – e não “braços fortes” – ou soubesse a ordem exata das estrofes.
 Cerca de dois anos depois da aprovação do decreto-lei, em 1971, entrou em vigor a segunda versão da Lei de Diretrizes e Bases (LDB). Com ela, o presidente Emílio Médici transformou a Comissão de Moral e Civismo em um órgão de doutrinamento, que passou a controlar o ensino de forma absoluta.
Cabia à comissão indicar professores e fixar programas. O órgão estabeleceu, então, a obrigatoriedade de, no mínimo, duas aulas semanais de Educação Moral e Cívica em todas as séries, níveis e cursos.
“Os centros cívicos deverão, até mesmo, elaborar o ‘código de honra do aluno’ e considerarão o civismo nos três aspectos fundamentais: caráter, com base na moral, tendo como fonte Deus; amor à Pátria, com capacidade de renúncia; e ação permanente em benefício do Brasil”, dizia reportagem da época.
 http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,acervo-estadao-disciplina-educacao-moral-e-civica-foi-imposta-pela-ditadura,1162608

Daí que então fui pro wiki, velho amigo esclarecedor:

 Educação moral e cívica É uma matéria de ensino obrigatória em Angola criada para reforçar o comportamento dos estudantes diante da sociedade.
 https://pt.wikipedia.org/wiki/Educa%C3%A7%C3%A3o_moral_e_c%C3%ADvica

O Governo estadual diz que :
 Para o analista do Núcleo de Estudos Estratégicos do Comando Militar do Sul, coronel Ary de Albuquerque Gusmão Filho, é importante destacar o papel social das Forças Armadas dentro de uma estratégia de Defesa. “A nossa meta é proporcionar aos alunos um pouco dos valores de paz e civismo, dentro de um aprendizado de direitos e deveres de cidadania”, afirma
 http://www.educacao.rs.gov.br/projeto-exercito-vai-as-escolas-comeca-no-segundo-semestre

E por fim eu pergunto, e quem nos defenderá deles?

#odesgovernonaotemlites

Os milhos mágicos com amor!

Foientão que seu Paulo e a Dona Tita se mudaram, na última reunião do grupo Bio antes de se irem nos presentearam com uma garrafa de sementes de milho crioulo, tudo bem que no final da reunião só tinha meia garrafa e ninguém se acusou de ter pego, depois da safra descobrimos pra onde tinham ido, foram plantados é o que importa! O fato é que , lá em casa, das mãos do Ernesto e do Felipe, eles ficaram gigantes! A explicação? Bem, a ciência não comprova talvez, mas eu tenho certeza que foi muito amor!
Adoro escutar quando contam os campesinos mais velhos dos benefícios do milho crioulo, imagina uma planta que espera a chuva pra dar a flor, pra formar o grão, uma planta que se o vento forte das coxilhas hervalenses derruba, se levanta em dois ou três dias, um milho tão empalhado que a caturrita desiste de comer, que a umidade não entra, que o caruncho não entra... ele é um milho lindo, saudável por natureza, não precisa de químico, precisa de uma terra boa, adubada a base de esterco curtido, com cobertura de solo que pode ser macega (que foi o que Felipe usou), e carinho e felicidade a cada grão brotado, a cada boneca, a cada inseto novo polinizando, até que vieram as espigas!
Muito obrigado ao seu Paulo e a dona Tita pela doação e ao Ernesto e ao Felipe pela dedicação!













segunda-feira, 17 de julho de 2017

Afinal, existimos somente quando deixamos de existir?

Olá à todos..
Muito tempo sem postar, sem uma boa internet, afinal moro no campo, internet no campo não é prioridade para empresas, porque não é prioridade para os governos que as pessoas morem no campo, já que as empresas que mandam no governo não querem gente no meio das máquinas atrapalhando o progresso. Bueno, sem boa internet, na verdade sem nenhuma nos últimos meses, fiquei um tempo largo sem conseguir formar algumas ideias, na verdade ainda estou porque só estou com internet hoje porque não estou em casa, estou na cidade. O fato é que, não assisto TV já há alguns anos, me recuso, é muito cansativo assistir aquela palhaçada, separar o que é informação do que é manipulação, juntar com outros dados e por fim conseguir mais ou menos entender o que está acontecendo, com internet pra correr atras de informações complementares já tava difícil ver TV, sem internet é impossível.
Mas, o que me trás de volta, primeiro apareci por aqui para agradecer as pessoas que mesmo tantos anos sem postar continuam acessando o blog para minha surpresa e alegria, notícias com o nome Pampa no título são as mais lidas, isso me leva ao segundo e mais forte motivo, existimos somente quando deixamos de existir?
Vim para cidade neste momento, porque tenho que escrever um texto sobre o pampa, bueno, me sinto defasada, sem ter lido muito nos últimos anos, então nada melhor que dois dias com internet para dar uma atualizada nos saberes, bueno, que pasó então...
Incrivelmente se encontra milhares de milhões de notícias sobre o pampa, isso não era tão fácil quando produzia diariamente notícias para este blog, produzia, copiava, colar, tipo isso... então me deparo com esse número louco e absurdo de notícias sobre o pampa. Porém, mais que descrição sobre esse meu amado e adorado lugar, um monte de notícias sobre os problemas, o sumiço, o desaparecimento do pampa e das espécies da fauna e da flora que o habitam.
Recebo por wats um vídeo sobre o cultivo do soja perto de Santarém (https://youtu.be/R9Iyisa7iTA ) assisti o vídeo e fiquei pensando, em quantos anos faremos um vídeos igual a este? EU NÃO QUERO FAZER UM VÍDEO IGUAL A ESTE!!
Definitivamente, não quero!
Não quero ter que falar do fim dos insetos polinizadores , do aumento dos casos de câncer, do aumento de doenças tipo viroses sem explicação, da baixa imunidade das pessoas, dos abortos"expontâneos", da má formação fetal, dos problemas neurológicos generalizados, dos "surtos" de labirintite, do sumiço dos pássaros em função da diminuição dos insetos que geram o aumento dos ataques dos felinos nativos às galinhas dos agricultores, das bronquites, bronquiolites, asma, renites e tantas "ites"  em função dos agroquímicos que utilizam nas lavouras do agronegócio, sojeiros.
Não quero falar das chuvas ácidas que queimam o couro dos animais no campo, queimam as plantas e não faço nem ideia do que causam nas águas que tomamos de chuvas ácidas geradas pela usina termoelétrica que como compensação dos danos em todo território de Herval, tem um grupo de 10 agricultores assistidos, em reuniões que mais geram novas demandas as pessoas do que resolvem seus problemas.
Mas, infelizmente já vivo esta realidade.
O que me chocou no vídeo que olhei, não foi a realidade que eles já estão lá, mas foi entender que eles só existem agora que deixaram de existir.
A importância da terra, a convicção de ser agricultor, campesino...
não se deixar iludir pelo progresso, pelo desenvolvimento...
Precisamos nos envolver, nos envolver...

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Banco De Sementes instalado no Ártico – o objetivo do projeto seria evitar a extinção mas preserva implicitamente as bases de uma alavanca da revolução genética


Escrito por Welbert Pereira. Publicado em Músculos e Suplementos

Uma decisão unanime de pesquisadores, que promete salvar o planeta da extinção em futuros desastres mundiais, um mundo fascinante de uma realidade com traços da ficção. Não há nenhum outro projeto mais interessante no momento do que este muito estranho em um dos cantos mais remotos do mundo, Svalbard. Bill Gates investiu milhões de dólares em um banco de sementes no Mar Barents perto do Oceano Ártico, a cerca de 1100 quilômetros do Pólo Norte. Svalbard é um árido pedaço de rocha reclamado pela Noruega e cedido em 1925 por um tratado internacional.
É nesta ilha esquecida por Deus, que Bill Gates investiu dezenas dos seus milhões de dólares em conjunto com a Fundação Rockefeller, a Monsanto Corporation, a Fundação Syngenta e o governo da Noruega, entre outros, naquilo que é chamado de ‘banco de sementes do fim do mundo’. Oficialmente o projeto chama-se a Caverna Global de Sementes Svalbard (Svalbard Global Seed Vault) na ilha norueguesa de Spitsbergen, no arquipélago de Svalbard.
Construído no interior de uma montanha na ilha de Spitsbergen perto da aldeia de Longyearbven. O banco também conhecido como "Arca de Noé botânica" é mantida pelo governo norueguês e pela Global Crop Diversity Trust (Fundo de Diversidade Global de Plantas Cultiváveis) desde 2008, na confiança que, mesmo no caso da pior catástrofe, ali estaria a base para um recomeço da humanidade, assim como um importante elemento para a segurança alimentar, tem portas duplas à prova de explosão, inundação etc. Com sensores de movimento, duas câmaras pressurizadas e imensas paredes de concreto reforçado e aço com um metro de espessura. Conterá mais de três milhões de variedades diferentes de sementes de todo o mundo, ‘para que se possa conservar a variedade das espécies para o futuro’, segundo o governo norueguês. As sementes vão ser embaladas de forma especial para proteção contra a umidade. Não haverá pessoal, mas a relativa inacessibilidade da caverna e dispositivos eletrônicos, virtuais e de segurança on-line facilitarão a fiscalização de qualquer possível atividade humana por qualquer um dos sócios do projeto em qualquer parte do planeta.
Financiado por generosas doações para estudos das Fundações Rockefeller e Ford, o CGIAR providenciou para que os principais cientistas da agricultura e agrônomos do Terceiro Mundo passassem a ‘dominar’ os conceitos do moderno agribusiness de modo a poderem levá-los para os seus países. Neste processo criou-se uma valiosa rede de influências para a promoção do agribusiness americano nesses países, muito em especial para a promoção da ‘Revolução Genética’ OGM nos países em desenvolvimento, tudo isto em nome da ciência e da eficácia, do mercado livre e da agricultura.
Foi a mesma Fundação Rockefeller quem criou a chamada Revolução Verde, na sequência de uma viagem ao México em 1946, de Nelson Rockefeller e de Henry Wallace, ex-secretário da Agricultura do Novo Acordo e fundador da Hi-Bred Seed Company.
A Revolução Verde propunha-se resolver o problema mundial da fome, um problema importante no México, na Índia e noutros países escolhidos onde Rockefeller atuava.
O agrônomo da Fundação Rockefeller, Norman Borlaug, ganhou o Prêmio Nobel da paz pelo seu trabalho, uma coisa de que não pode orgulhar-se muito, dado que o partilhou com Henry Kissinger.
Na realidade, como anos depois se vieram a verificar, a Revolução Verde foi um brilhante esquema da família Rockefeller para montar um agribusiness globalizado que depois pudesse vir a monopolizar posteriormente, tal como já tinha feito na indústria petrolífera mundial meio século antes. Como Henry Kissinger declarou nos anos 70, ‘se controlarmos o petróleo, controlaremos o mundo; se controlarmos os alimentos, controlaremos a população’.
Um aspecto crucial que motivava o interesse da Fundação Rockefeller e das empresas americanas de agribusiness é o fato da Revolução Verde se basear na proliferação de novas sementes híbridas nos mercados em desenvolvimento. Um aspecto vital das sementes híbridas era a sua falta de capacidade reprodutiva. Os híbridos tinham incorporada uma proteção contra a multiplicação. Ao contrário das espécies normais polinizadas a céu aberto cujas sementes dão colheitas semelhantes às plantas suas produtoras, a produção de sementes nascidas das plantas híbridas era significativamente mais baixa do que as da primeira geração.
Esta característica de produção decrescente dos híbridos teve normalmente como consequência a compra “obrigatória” em escala cada vez maior, pelos agricultores, dessas sementes, para garantir todos os anos colheitas constantes ou mais altas. Mais ainda: a produção da segunda geração hibrida eliminou o comércio de sementes “normais” que era feito quase sempre por pequenos produtores regulares de sementes, pois eram tidas como “inferiores” ou passíveis de “falhas produtivas” levando os pequenos redistribuidores a buscar sementes híbridas e assim descartar as “normais”.
Evitava-se assim a redistribuição das sementes dos cereais comerciais feita por intermediários. Se as grandes empresas multinacionais de sementes pudessem controlar internamente as linhagens das sementes parentais, nenhum concorrente ou agricultor conseguiria produzir o híbrido. A concentração global das patentes de sementes híbridas num punhado de gigantescas companhias de sementes, lideradas pela Pioneer Hi-Bred da DuPont e pela Dekalb da Monsanto estabeleceu a base para a posterior revolução das sementes OGM.
Com efeito, a introdução da moderna tecnologia agrícola americana, dos fertilizantes químicos e das sementes híbridas comerciais, tudo isso tornou os agricultores locais dos países em desenvolvimento, em especial aqueles que tinham terras maiores, dependentes dos abastecimentos das companhias estrangeiras de agribusiness e de petroquímicos, em sua grande maioria americanas. Foi o primeiro passo do que viria a ser um processo cuidadosamente planejado e que iria durar décadas.
A África seria o próximo alvo na campanha do governo americano para disseminar os OGM’s a nível mundial. Os seus solos férteis tornam-na em candidato ideal. Não é de surpreender que muitos governos africanos temam o pior dos patrocinadores dos OGM’s, já que tem sido na África o inicio de muitos projetos de engenharia genética e de bio-segurança, com o objetivo de introduzir os GMO’s nos sistemas agrícolas africanos.
Estes projetos incluem patrocínios oferecidos pelo governo americano para formar nos EUA cientistas africanos que atuem especificamente em engenharia genética de sementes, para projetos de bio-segurança, financiados pela Organização dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e pelo Banco Mundial, para investigação de OGM’s envolvendo cultivos “selvagens” de plantações e de grãos alimentares indígenas africanos.
Estas companhias privadas, a Monsanto, a DuPont e a Dow Chemical, nenhuma delas sequer têm um registro imaculado em termos de proteção da vida humana. Muito longe disso. Desenvolveram e proliferaram inovações como a dioxina, os bifenóis policlorinados, o agente laranja. Encobriram durante décadas indícios óbvios cancerígenos e de outras consequências graves para a saúde humana decorrentes do uso dos químicos tóxicos.
Enterraram, modificaram e fraudaram milhares de relatórios científicos sérios sobre o fato do herbicida mais utilizado a nível mundial, o glifosato, ingrediente essencial do herbicida Roundup da Monsanto ser cancerígeno e estar diretamente “vinculado” com a compra da maioria das sementes manipuladas geneticamente pela Monsanto, ele é tóxico quando se infiltra na água potável. A Dinamarca proibiu o glifosato em 2003 quando se confirmou que tinha contaminado as águas subterrâneas do país.
A diversidade armazenada em bancos genéticos de sementes é a matéria-prima para a produção de plantas e extremamente importante para a investigação biológica básica. Todos os anos são distribuídas para esses fins várias centenas de milhares de amostras. A FAO das Nações Unidas lista uns 1 400 bancos de sementes em todo o mundo, sendo o maior deles propriedade do governo dos Estados Unidos. Outros grandes bancos situam-se na China, na Rússia, no Japão, na Índia, na Coréia do Sul, na Alemanha e no Canadá, por ordem decrescente de dimensão. Além disso, o CGIAR administra uma cadeia de bancos de sementes em centros selecionados a nível mundial.

Fontes: 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Bill Gates + Monsanto + Blackwater = sinal de alerta mundial!!

Un informe realizado por Jeremy Scahill en The Nation reveló que el ejército mercenario más grande del mundo, (más tarde llamado Xe Services y, más recientemente, “Academi”) servicios de inteligencia clandestinas Blackwater fue vendida a la multinacional Monsanto. Blackwater cambió de nombre en 2009 después de convertirse en famosa en el mundo, con numerosas denuncias de abusos en Irak, incluidas masacres de civiles. Sigue siendo el mayor contratista privado del Departamento de Estado de EE.UU. “servicios de seguridad”, que practica el terrorismo de Estado dándole al gobierno la posibilidad de negarlo.
Muchos agentes de la CIA y ex militares trabajan para Blackwater o compañías relacionadas creadas para desviar la atención de su mala reputación y obtener más ganancias vendiendo sus servicios que van nefastos de información e inteligencia a la infiltración, cabildeo político y entrenamiento paramilitar – para otros gobiernos, bancos y multinacionales corporaciones. Según Scahill, los negocios con multinacionales, como Monsanto, Chevron, y gigantes financieros como Barclays y Deutsche Bank, se canalizan a través de dos empresas propiedad de Erik Prince, dueño de Blackwater: Total Intelligence Solutions y Terrorism Research Center. Estos funcionarios y directores comparten Blackwater.
Uno de ellos, Cofer Black, conocido por su brutalidad como uno de los directores de la CIA, fue quien hizo contacto con Monsanto en 2008 como director de Total Intelligence, la celebración del contrato con la empresa para espiar e infiltrar las organizaciones de derechos de los animales, actividades sucias anti-transgénicos y otros de la gigante de la biotecnología.
Contactado por Scahill, el ejecutivo Kevin Wilson de Monsanto se negó a comentar, pero más tarde se confirmó a The Nation que habían contratado a Total Intelligence en 2008 y 2009, según Monsanto solamente para realizar un seguimiento de “información pública” de sus opositores. También dijo que Total Intelligence era una “entidad totalmente separada de Blackwater”.
Sin embargo, Scahill cuenta con copias de los correos electrónicos de Cofer Negro después de la reunión con Wilson de Monsanto, donde se explica a otros ex agentes de la CIA, utilizando sus Blackwater e-mails, que la discusión con Wilson fue que Total Intelligence se había convertido en “el brazo de inteligencia de Monsanto, “espiar a activistas y otras acciones, como” nuestra gente para integrar legalmente a estos grupos. “Total Inteligencia Monsanto pagó 127.000 dólares en 2008 y $ 105.000 en 2009.
No es extraño que una empresa dedicada a la “ciencia de la muerte” como Monsanto, que se ha dedicado desde el principio para producir venenos tóxicos que desbordan Agente Naranja a los PCB (bifenilos policlorados), pesticidas, hormonas y semillas modificadas genéticamente, se asocia con otra empresa de matones.
Casi simultáneamente con la publicación de este artículo en The Nation, la Vía Campesina informó la compra de 500.000 acciones de Monsanto, por más de $ 23 millones para la Fundación Bill y Melinda Gates, que junto con esta acción se ha completado la salida de la máscara de la “filantropía . “Otra asociación que no sorprende.
Se trata de un matrimonio entre los dos monopolios más brutales de la historia del industrialismo: Bill Gates controla más de 90 por ciento de la cuota de mercado de la computación de propiedad y Monsanto cerca de 90 por ciento del mercado mundial de semillas transgénicas y semillas comerciales más global. No existe en ninguna otra monopolios del sector industrial tan vastos, cuya propia existencia es una negación del cacareado principio de “competencia de mercado” del capitalismo. Tanto Gates como Monsanto son muy agresivos en la defensa de sus monopolios mal habidas.
Aunque Bill Gates podría intentar decir que la Fundación no está ligada a su negocio, lo único que demuestra es lo contrario: la mayor parte de sus donaciones terminan favoreciendo las inversiones comerciales del magnate, no realmente “donar” nada, pero en lugar de pagar impuestos a las arcas del Estado, que invierte sus ganancias en donde le es favorable económicamente, incluida la propaganda de sus supuestas buenas intenciones. Por el contrario, sus finanzas “donaciones” proyectos tan destructivos como la geoingeniería o la sustitución de medicinas naturales de la comunidad de alta tecnología medicamentos patentados en las zonas más pobres del mundo. Qué coincidencia, el ex secretario de Salud Julio Frenk y Ernesto Zedillo son consejeros de la Fundación.
Al igual que Monsanto, Gates se dedica también a tratar de destruir agrícolas rurales en todo el mundo, principalmente a través de la “Alianza para una Revolución Verde en África” ​​(AGRA). Funciona como un caballo de Troya para privar a los campesinos africanos pobres de sus semillas tradicionales, sustituyéndolas por semillas de las empresas primero, por último, genéticamente modificado (GM). Para ello, la Fundación contrató a Robert Horsch en 2006, el director de Monsanto. Ahora Gates, ventilar grandes ganancias, se fue directo a la fuente.
Blackwater, Monsanto y Gates son tres caras de la misma figura: la máquina de guerra contra el planeta y la mayoría de las personas que lo habitan, son campesinos, las comunidades indígenas, las personas que quieren compartir información y conocimientos o cualquier otro que no quiera estar en los auspicios de la ganancia y la destrucción del capitalismo.
http://www.laverdadnosharalibres.es/

domingo, 25 de março de 2012

Ocupar MONSANTO

AS-PTA
O novo movimento Occupy Monsanto, uma ramificação do Occupy Wall Street, está convocando pessoas e organizações de todo o mundo a fazer parte de um dia internacional de protestos em 17 de setembro, quando o movimento Occupy Wall Street completará um ano. O grupo demanda, entre outros, a rotulagem obrigatória de alimentos contendo ingredientes transgênicos (que não existe nos EUA) e que não sejam aprovados novos cultivos transgênicos desenvolvidos para tolerar aplicações de herbicidas altamente tóxicos (como é o caso da soja tolerante ao 2,4-D, já em testes no Brasil).
“Goste você ou não, é provável que a Monsanto tenha contaminado a comida que você comeu hoje com agrotóxicos e transgênicos. A Monsanto controla a maior parte do suprimento global de alimentos às custas da democracia alimentar ao redor do mundo”, diz o site do movimento.
Na última terça-feira (20/03), manifestantes do Occupy Monsanto colocaram faixas em 13 passarelas sobre rodovias que cruzam a cidade de St. Louis, nos EUA, onde está a sede da empresa. Elas traziam dizeres como “O FDA* está contaminado pela Monsanto”, “Biorrisco Genético: Defenda-se”, “99% vs. Mon$anto” e “Presidente da Monsanto = Milionário; Consumidor da Monsanto = Rato de Laboratório”. No gramado em frente à sede mundial da empresa uma faixa dizia: “Sr. Presidente, rotule os alimentos transgênicos. Com amor, Michelle”, em referência à primeira dama. Até o meio-dia de terça-feira todas as faixas haviam sido removidas por autoridades locais.
O protesto aconteceu um dia após a realização de uma marcha pelo centro de St. Louis e alguns dias depois de terem sido realizadas manifestações contra a companhia em cerca de 30 cidades americanas e em várias outras partes do mundo, incluindo a Espanha, Alemanha, Nova Zelândia, Austrália, Japão e Canadá.
No fim de semana anterior, 150 manifestantes do movimento fecharam a unidade de pesquisa da empresa em Davis, na Califórnia. Na ocasião, a Monsanto disse aos seus funcionários que eles não precisavam ir trabalhar devido a preocupações com relação à segurança em função dos protestos.
E os recentes protestos contra a gigante da biotecnologia não começaram por aí. No final de fevereiro, a polícia americana prendeu 12 manifestantes que estavam em frente aos escritórios da Monsanto em Washington participando do “dia nacional de solidariedade”. Dois dias antes, uma ação judicial contra a empresa movida por um grupo de agricultores fora rejeitada. O grupo pedia a invalidação de patentes agrícolas da empresa, alegando o receio de que as sementes patenteadas aparecessem em suas lavouras (via contaminação). O protesto era realizado em solidariedade e em conjunto com o dia nacional de ação contra o Conselho Americano de Intercâmbio Legislativo (ALEC, na sigla em inglês), organização delobby que defenda a criação de incentivos fiscais para as corporações.
A Monsanto é a líder mundial de sementes transgênicas, e os vem conseguindo impor em uma série de países a despeito de crescentes evidências dos efeitos danosos que provocam sobre o meio ambiente e a saúde. Via de regra, a empresa bloqueia os esforços em prol da rotulagem dos alimentos contendo ingredientes transgênicos. Também é famosa por articular a perseguição de cientistas que publicam estudos demonstrando efeitos danosos provocados por transgênicos e agrotóxicos. A própria pesquisa independente tem sido comumente inviabilizada, pois a empresa usa a legislação de patentes para negar a utilização de seus produtos em experimentos científicos. Ela também tem tornado os agricultores reféns de suas sementes (e agrotóxicos de uso associado): detendo a maior parte do mercado de sementes, a empresa vai gradualmente eliminando a oferta de sementes convencionais não patenteadas. Como se não bastasse, é prática da multinacional processar os agricultores cujas lavouras são contaminadas pelos seus transgênicos – eles são acusados de violação de direitos de patente.
Como se vê, já passa da hora de se articular um grande movimento internacional buscando frear o domínio da Monsanto sobre nossos sistemas agrícolas e alimentares. Ocupar a Monsanto, aí vamos nós!
-
Food and Drug Administration, órgão do governo dos EUA que regulamenta os alimentos e medicamentos.
Com informações de:
Occupy Monsanto – International Action Against Genetic Biohazards.
Banners, more protests against Monsanto – Stltoday.com, 20/03/2012.
Monsanto protested after class-action lawsuit is dismissed – Blog Post/The Washington Post, 29/02/2012.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Soberbio informe de la OIT: el mundo necesita 600 millones de puestos de trabajo nuevos >>Stephanie Kelton · · · · ·

La oficina Internacional del Trabajo (OIT) acaba de publicar un soberbio informe sobre la galopante crisis  en curso en el mundo de los mercados de trabajo. Comenzamos el año 2011 con 1100 millones de personas –una de cada tres en la fuerza de trabajo global— o desempleadas o entre los trabajadores pobres que ganan menos de 2 dólares al día. A la masa de los 200 millones de desempleados existentes, los mercados de trabajo globales verán añadirse cada año, de promedio, 40 millones de nuevos solicitantes de empleo. Eso significa que se necesitará crear 400 millones de puestos de trabajo a lo largo de la próxima década, a fin de evitar un ulterior crecimiento del desempleo. Para dar empleo a todos los que quieren trabajar, el mundo necesita 600 millones de puestos de trabajo nuevos.
Preocupa, empero, la desaceleración del crecimiento global, lo que significa que a los mercados de trabajo les resultará difícil seguir el paso del crecimiento de la fuerza de trabajo, por no hablar de recuperar terreno perdido. En 2011, el crecimiento global se desaceleró desde el 5,1% hasta el 4%, y el FMI avisa ya de una ulterior desaceleración en 2012. El informe de la OIT alerta de que, incluso una modesta ralentización en 2012, digamos de 0,2 puntos porcentuales, significaría 1,7 millón de parados más en 2’13. El informe arroja también luz sobre el impacto que las políticas de implacable austeridad fiscal han tenido en el crecimiento y el empleo, comenzando por los programas de austeridad destructora de puestos de trabajo que se han vuelto tan comunes en la Eurozona. En otras partes, en naciones con amplio margen para sus políticas, los gobiernos han perdido su apetito por el estímulo fiscal aún a pesar de que la acrecida inseguridad y a deprimida confianza de los consumidores mantienen en situación de debilidad a la demanda del sector privado.
Analíticamente, el informe comienza de forma excelente: con un análisis que utiliza el enfoque de balance sectorial, tan esencial para la Teoría Monetaria Moderna (TMM). El informe pone de relieve las (negativas) implicaciones que tienen para el ahorro neto privado las restricciones puestas al déficit público. Desgraciadamente, los autores del informe no dominan lo suficiente la perspectiva analítica de la TMM como para desarrollar un análisis coherente y completo, singularmente cuando se trata de distinguir entre los emisores de moneda y los usuarios de moneda. Resultado de eso: el informe termina con un vagaroso llamado político a enfrentarse “al urgente desafío de crear 600 millones de puestos de trabajo productivos en la próxima década”.
Reproduzco a continuación unos cuantos extractos (las cursivas son mías) que ejemplifican las principales conclusiones del estudio:
“Aun cuando sólo unos cuantos países se enfrentan a desafíos económicos y fiscales serios a largo plazo, lo cierto es que la economía global se ha debilitado rápidamentea medida que la incertidumbre se difundía más allá de las economías avanzadas. A consecuencia de lo cual, la economía mundial ha seguido las tendencias apuntadas en la época anterior a la crisis, y en el momento actual, la perspectiva de una doble zambullida en la crisis es una posibilidad real.”
“Hay cada vez más pruebas de un vínculo de retroalimentación negativa entre el mercado de trabajo y la macroeconomía, señaladamente en las economías desarrolladas: los altos niveles de desempleo y el aumento del trabajo pagado con bajos salarios están reduciendo la demanda de bienes y servicios, lo que deteriora la confianza empresarial y aumenta las dudas de las empresas en lo que hace a invertir y contratar trabajadores. Romper ese vínculo negativo es esencial para que eche raíces una recuperación sostenible. En buena parte del mundo en vías de desarrollo, esos aumentos sostenibles de productividad precisarán de una transformación estructural acelerada: desplazándose hacia actividades de mayor valor añadido, al tiempo que se abandona la agricultura de subsistencia como fuente principal de empleo y se reduce la dependencia respecto de los volátiles mercados de materias primas para los ingresos de exportación.”
“Más beneficios procedentes del desarrollo de la educación y la pericia profesional, esquemas adecuados de protección social que aseguren unos niveles básicos de vida para los más vulnerables, así como un robustecimiento de los procesos de diálogo entre los trabajadores, los empresarios y los gobiernos: todo eso se necesita para garantizar un desarrollo de amplio espectro construido sobre una distribución equitativa y justa de los beneficios económicos.”  
Las burbujas inmobiliarias y de otros activos antes de la crisis crearon desalineamientos sectoriales substanciales que precisan reestructuración y que requieren largos y costosos desplazamientos de puestos de trabajo tanto dentro de las economías nacionales como entre países.”
“Para lidiar con la prolongada recesión del mercado de trabajo y situar a la economía mundial en una senda más sostenible de recuperación, son necesarios muchos cambios de políticas.”
Primero, las políticas globales han de ser coordinadas de manera más firme. El gasto financiado con deuda pública y la flexibilización monetaria cuantitativa simultáneamente puestas por obra en muchos países avanzados y en economías emergentes al comienzo de la crisis ya no son opciones abiertas. En efecto, el gran aumento de la deuda pública y la consiguiente preocupación por la sostenibilidad de las finanzas públicas en algunos países forzaron a los más expuestos al aumento de las primas de riesgo de la deuda soberana a apretarse drásticamente el cinturón. Sin embargo, las externalidades positivas entre países del gasto fiscal y de la creación de liquidez pueden ser substanciales y –si se hacen de manera coordinada— podrían permitir a los países que aún tienen margen de maniobra venir en apoyo tanto de sus propias economías como de la economía global. Lo que se precisa ahora es precisamente ese tipo de medidas de finanzas públicas coordinadas para venir en apoyo de la demanda agregada global y estimular la creación de empleo.
En segundo lugar, la reparación y una regulación más substancial del sistema financiero restauraría la credibilidad y la confianza…”
En tercer lugar, lo que ahora más se necesita es apuntar a la economía real para venir en apoyo del crecimiento de los puestos de trabajo. A la OIT le preocupa de manera muy particular el que, a pesar de los grandes paquetes de estímulos, esas medidas no han conseguido eliminar el incremento de 27 millones de desempleados registrados desde el impacto inicial de la crisis. Evidentemente, las medidas políticas no han apuntado bien a su objetivo y precisan de reformulación y corrección conforme a su eficacia…. Políticas que han probado plenamente su eficacia en la estimulación de la creación de puestos de trabajo son, entre otras: los programas de extensión de las coberturas de desempleo y de trabajo compartido, la reevaluación de los salarios mínimos y de salarios subsidiados, así como el robustecimiento de los servicios de empleo público, los programas de obra pública y los incentivos a las empresas (que tienen impacto observable en el empleo y en los ingresos).”
En cuarto lugar, las solas medidas de apoyo público no bastarán para lanzar una recuperación sostenible del empleo. Quienes toman las decisiones políticas tienen que actuar con determinación y de manera coordinada para reducir el miedo y la incertidumbre que se atraviesan en el camino de la inversión privada, a fin de que el sector privado pueda volver a poner en marcha la máquina principal de la creación global de empleo. Los incentivos a las empresas para invertir en planta y equipo y expandir sus nóminas será esencial para estimular una recuperación robusta y sostenible en el empleo.”
En quinto lugar, para ser efectivos, los paquetes adicionales de estímulos no pueden poner en riesgo la sostenibilidad de las finanzas públicas incrementando más la deuda pública. A este respecto, un gasto público plenamente respaldado por aumentos en la recaudación puede todavía proporcionar un estímulo a la economía real merced al multiplicador del presupuesto equilibrado. En tiempos de demanda caída, expandir el papel del estado en la demanda agregada ayuda a estabilizar la economía y adelanta un estímulo nuevo, aun si el incremento del gasto está plenamente respaldado por aumentos simultáneos en los ingresos fiscales. Como se sostiene en el presente informe, los multiplicadores del presupuesto equilibrado pueden ser amplios, especialmente en el actual ambiente de capacidades masivamente subutilizadas y altas tasas de desempleo. Al propio tiempo, el gasto equilibrado con ingresos fiscales más altos asegura que el riesgo presupuestario se mantiene lo suficientemente bajo como para satisfacer a los mercados de capitales.”
El informe concluye con esta afirmación:
“Al propio tiempo, el gasto equilibrado con ingresos fiscales más altos asegura que el riesgo presupuestario se mantiene lo suficientemente bajo como para satisfacer a los mercados de capitales. Por eso las tasas de interés no se verán afectadas por esta elección de políticas y permitirán que el estímulo desarrolle plenamente sus efectos en la economía.”
Y ese es mi mayor problema con el informe: no hace el menor intento por distinguir entre países obligados a satisfacer a los mercados de capitales y países que no lo necesitan. Como la TMM deja claro, los Estados emisores de “moneda moderna” (dinero fiduciario no convertible) pueden contribuir a restaurar el crecimiento permitiendo que sus déficits se expandan hasta que el sector privado esté satisfecho con su posición de ahorro neto. Sólo los estados que operan con tasas de cambio fijas u otras encarnaciones del patrón oro están obligados a arrodillarse ante los mercados de capitales. Si las gentes entendieran cabalmente la importancia de lasoberanía monetaria., podría llevarse a cabo un programa harto más audaz de creación de empleo. 
Stephanie Kelton  es una economista norteamericana que escribe regukarmente en New Economic Perspectuves, la revista postkeynesiana que reúne a muchos partidarios de la Nueva Teoría Monetaria.
Traducción para www.sinpermiso.info: Miguel de Puñoenrostro

Centroamérica : Nuestra región atraviesa una profunda crisis alimentaria y represión campesina

Reunidas las organizaciones campesinas, indígenas y afrodecendientes  de Centroamérica, hoy 25 de Enero del 2012, expresamos ante la opinión pública nacional, regional e internacional, la situación crítica que vivimos las familias en el campo tales como: la represión, criminalización a nuestras luchas, destrucción de cultivos, persecución judicial, el acaparamiento de tierra y la explotación de los Bienes Naturales mediante la implementación de los mega proyectos,  como  mono cultivos, minería e hidroeléctricas  en la región.
Toda esta conflictividad genera a nuestros pueblos un déficit de la Soberanía Alimentaria esto lleva a una crisis profunda, hambruna y extrema pobreza en las comunidades campesinas teniendo mayor impacto en las mujeres, niños y ancianos.
Expresamos nuestro repudio y condenamos los ataques sistemáticos que sufren nuestros hermanos y hermanas del Bajo Aguán en Honduras; así como los compañeros y compañeras del Valle del Polochic en Guatemala.
Exigimos al presidente Porfirio Lobo Sosa (Honduras) y Otto Pérez Molina (Guatemala) buscar una solución inmediata a los conflictos de tierra de las comunidades y no ser cómplices de los terratenientes y empresarios nacionales e internacionales, cuya única respuesta es la represión y el sicariato contra los campesinos y campesinas.
La Vía Campesina Centroamérica hace un llamado enérgico a los gobiernos, movimientos sociales, a los pequeños y medianos productores, trabajadores e intelectuales de Latinoamérica y el mundo, exigir políticas púbicas a favor de las y los campesinos, promover acciones que mejoren las condiciones de vida en el campo, una verdadera Reforma Agraria Integral y así enfrentar las crisis a las que nos ha impuesto el modelo neoliberal.
Exigimos el cumplimiento de los derechos de las mujeres y las juventudes, como la salud, educación, el acceso a la tierra, a la infraestructura, asistencia técnica, semillas nativas y créditos favorables para asegurar el desarrollo integral.
El Movimiento Campesino Centroamericano está convencido del rol que juegan las  mujeres y las nuevas generaciones en la estabilidad y continuidad de nuestra sociedad en su conjunto.
Las organizaciones de Centroamérica hacemos un llamado a la comunidad nacional e internacional a expresar nuestra solidaridad  con las campesinas y campesinos del Movimiento  Unificado Campesino del Aguán – MUCA en Honduras y de los pueblos originarios que habitan las riveras del Valle Polochic en Guatemala y los demás movimientos campesino que luchan en nuestra región.
Llamamos e invitamos a unificar esfuerzos, apoyar y respaldar una Campaña de Solidaridad a favor de las comunidades que luchan por el acceso a la tierra y defensa a la madre naturaleza.
Saludamos al pueblo Nicaragüense por la lucha y esfuerzo que hacen por el incremento de la producción la cual genero un crecimiento  económico del 4% contrario a la situación que viven los países arriba mencionado.
¡¡Reforma Agraria… Urgente  y necesaria!!
¡¡ Resistimos… y Venceremos!!
¡¡Con la mujer en la casa…  La reforma agraria se atrasa!!
¡¡Juventud Campesina… Asumiendo retos para el Cambio!!
¡¡Globalicemos la lucha… Globalicemos la esperanza!!

domingo, 15 de janeiro de 2012

Blackwater, Monsanto y Bill Gates: tres caras de la misma figura: la máquina de guerra contra el planeta y la mayoría de la gente que lo habita

Máquinas de guerra: Blackwater, Monsanto y Bill Gates

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Un reporte de Jeremy Scahill publicado en The Nation (Blackwater’s Black Ops,15/9/2010) reveló que el ejército mercenario más grande del mundo, Blackwater (ahora llamado Xe Services) le vendió servicios clandestinos de espionaje a la trasnacional Monsanto. Blackwater cambió de nombre en 2009, luego de hacerse famosa en el mundo por las denuncias sobre sus abusos en Irak, incluidas masacres de civiles. Sigue siendo el mayor contratista privado del Departamento de Estado de Estados Unidos en servicios de seguridad, es decir para practicar el terrorismo de Estado dándole al gobierno la posibilidad de negarlo.
http://sfaw.files.wordpress.com/2011/10/mercs-in-new-orleans.jpg?w=640
Muchos militares y ex oficiales de la CIA trabajan para Blackwater o alguna de las empresas vinculadas que creó para desviar la atención de su mala fama y generar más lucros vendiendo sus nefastos servicios –que van desde información y espionaje hasta infiltración, cabildeo político y entrenamiento paramilitar– a otros gobiernos, bancos y empresas trasnacionales. Según Scahill los negocios con trasnacionales –como Monsanto, Chevron, y gigantes financieros como Barclays y Deutsche Bank– se canalizan a través de dos empresas que son propiedad de Erik Prince, dueño de Blackwater: Total Intelligence Solutions y Terrorism Research Center. Éstas comparten oficiales y directivos de Blackwater.
Uno de ellos, Cofer Black, conocido por su brutalidad siendo uno de los directores de la CIA, fue quien hizo contacto con Monsanto en 2008 como directivo de Total Intelligence, concertando el contrato con la compañía, para espiar e infiltrar a organizaciones de activistas por los derechos de los animales, contra los transgénicos y otras sucias actividades del gigante biotecnológico.
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Contactado por Scahill, el ejecutivo Kevin Wilson de Monsanto se negó a hablar, pero posteriormente confirmó a The Nation que habían contratado a Total Intelligence en 2008 y 2009, según Monsanto solamente para hacer seguimiento de información pública de sus opositores. Dijo además, que Total Intelligence era una entidad totalmente separada de Blackwater.
Sin embargo, Scahill cuenta con copias de los correos electrónicos de Cofer Black posteriores a la reunión con Wilson de Monsanto, donde les explica a otros ex agentes de la CIA, usando sus direcciones electrónicas de Blackwater, que la discusión con Wilson fue queTotal Intelligence se convertiría en el brazo de inteligencia de Monsanto, espiando activistas y otras acciones, incluido que nuestra gente se integre legalmente a esos grupos. Monsanto pagó a Total Intelligence 127 mil dólares en 2008 y 105 mil dólares en 2009.
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No asombra que una empresa de ciencias de la muerte como Monsanto, que se ha dedicado desde sus orígenes a producir tóxicos y desparramar venenos, desde el Agente Naranja hasta los PCB (policlorobifenilos), agrotóxicos, hormonas y semillas transgénicas, se asocie con otra empresa de matones.
Casi al mismo tiempo que la publicación de este artículo en The Nation, la Vía Campesina denunció la compra de 500 mil acciones de Monsanto, por más de 23 millones de dólares por la Fundación Bill y Melinda Gates, que con esto se terminó de sacar su careta defilantrópica. Otra asociación que no sorprende.
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Se trata de un casamiento entre los dos monopolios más brutales de la historia del industrialismo: Bill Gates controla más de 90 por ciento del mercado de programas patentados de computación y Monsanto cerca de 90 por ciento del mercado mundial de semillas transgénicas y la mayoría del mercado global de semillas comerciales. No existen en ningún otro rubro industrial monopolios tan vastos, cuya propia existencia es una negación del cacareado principio de competencia de mercado del capitalismo. Tanto Gates como Monsanto son muy agresivos en la defensa de sus mal habidos monopolios.
Aunque Bill Gates intente decir que la Fundación no está ligada a sus actividades comerciales, todo lo que ésta hace demuestra lo contrario: gran parte de sus donaciones terminan favoreciendo las inversiones comerciales del magnate, además de que en realidad no dona nada, sino que en lugar de pagar impuestos a las arcas públicas, invierte sus ganancias donde le favorezca económicamente, incluida como propaganda de sus supuestas buenas intenciones. Por el contrario, sus donaciones financian proyectos tan destructivos como la geoingeniería o la sustitución de medicinas naturales y comunitarias por medicamentos patentados de alta tecnología en las zonas más pobres del mundo. Qué coincidencia, el ex secretario de Salud Julio Frenk y Ernesto Zedillo son consejeros de la Fundación.
Al igual que Monsanto, Gates se dedica también a tratar de destruir la agricultura campesina en todo el planeta, principalmente a través de la llamada Alianza para una Revolución Verde en África (AGRA). Ésta funciona como caballo de Troya para despojar a los campesinos africanos pobres de sus semillas tradicionales, sustituyéndolas por semillas de las empresas primero, y finalmente por transgénicos. Para ello, la Fundación contrató en 2006, justamente a Robert Horsch, un director de Monsanto. Ahora Gates, venteando mayores ganancias, se fue directo a la fuente.
Blackwater, Monsanto y Gates son tres caras de la misma figura: la máquina de guerra contra el planeta y la mayoría de la gente que lo habita, sean campesinos y campesinas, indígenas, comunidades locales, gente que quiere compartir información y conocimientos o cualquier otro que no quiera estar en la égida de lucro y destrucción del capitalismo.
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Silvia Ribeiro es investigadora del Grupo ETC